Cristiano Mariotti

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Coluna do Mauro Segadas - Falta de sorte ou incompetência?



Amigos vascaínos, bom dia!

O que faltou ao Vasco para que saísse de Brasília com os três pontos?
Se formos analisar a partida num todo, o resultado justo seria a vitória do Vasco. Começou o jogo muito mal, permitiu que o Corinthians dominasse as ações em campo e logo sofreu um gol. O apagão vascaíno ainda durou mais alguns minutos, quase resultando num segundo gol da equipe paulista, mas, aos poucos, as coisas foram se encaixando e o time começou a jogar bola.

Antes de dar prosseguimento à análise da partida, gostaria de registrar a minha indignação com a barração do melhor zagueiro do Vasco atualmente. Não tem o menor cabimento tirar o Jomar e escalar o destrambelhado Cris. Queria entender qual critério foi utilizado para essa escolha absurda.

O interessante é que, há alguns dias atrás, o próprio Dorival deixou bem claro que colocaria em campo quem estivesse em melhor momento. Se esse critério fosse levado ao pé da letra, Cris e Pedro Ken não poderiam estar entre os titulares. Mas, ok!
Falarei mais sobre ambos e sobre os demais jogadores mais a diante.

Voltando à partida, ao reencontrar um futebol razoável, o Vasco passou a dominar as ações e terminou o primeiro tempo pressionando o Corinthians.
Na volta pro segundo, Ken – o intocável – foi recuado para segundo volante, Wendel saiu e entrou o ensaboado Willie. Essa mudança fez com que Marlone, melhor jogador em campo pelo lado vascaíno, voltasse para buscar jogo e deixasse Willie e André mais adiantados. Juninho ditava o ritmo do time e Abuda se desdobrava na marcação à frente da zaga.
O empate quase saiu numa jogada que sobrou para o Willie cara a cara com o Cassio, mas o chute encobriu o gol. Logo em seguida, Juninho deu um passe primoroso para André, com muita categoria, igualar tudo no Mané Garrincha.

A pressão vascaína continuou intensa e o gol da vitória não saiu por mero detalhe. Uma pena.
Gostei da postura do time, principalmente na segunda etapa. Jogou solto, criando situações de gol e muito bem posicionado defensivamente.
Merecia voltar ao Rio com o resultado positivo. Seria um prêmio a quem buscou a vitória durante a maior parte do jogo.
Paciência.

Tirando a partida contra o Grêmio, é nítida a evolução da equipe. Discordo de escolhas individuais, mas não posso deixar de elogiar o modo como vem sendo feito o trabalho junto ao elenco.

Como já falei inúmeras vezes, Dorival está LONGE de ser o técnico dos meus sonhos, mas vem fazendo um trabalho consistente e dando padrão a um time que ainda está em formação.
Comentário do  Juninho na coletiva de imprensa: “Daqui a um ano, vamos disputar o título em todas as competições. O trabalho vem sendo bem feito”.

Também acredito nisso. Uma base está sendo montada. Não começaremos 2014 do zero. Isso é fundamental. Só nos resta rezar para que o próprio Juninho faça parte desta base para o próximo ano. Tê-lo no grupo será de extrema importância.

Nosso próximo desafio será o Nacional-AM, pela Copa do Brasil. Ótima oportunidade para dar ritmo de jogo para a molecada. Jomar, Henrique, Marlone, Motoya e Willie precisam jogar. Não adiante botar o cara um jogo e depois esquecê-lo no banco.
Tenho certeza que alguns podem render muito nesta equipe. Basta acreditar e insistir.

É melhor colocar a molecada do que teimar com Robinho, Edmilson, Nei, Cris, Ken... Tô errado?
Pelo Brasileiro, enfrentaremos o Cruzeiro no próximo domingo lá em BH. Jogo dificílimo, mas dá para arrancar um pontinho.
Não teremos moleza daqui pra frente, amigos. Só pedreira.

Força, Vascão!

Boa sorte, Éder Luis

Vamos deixar a hipocrisia de lado. 99% da torcida gostou da saída do Éder. Sempre tem os que vão ficar de mimimi e inventar um monte de coisas para justificar a “importância tática” do Éder dentro do time, mas, já tinha passado da hora de negociá-lo. E é algo positivo em TODOS os aspectos. Na boa, alguém acha ruim emprestá-lo por dois anos e receber 6 milhões de reais pela transação? TÁ BOM DEMAIS!!

Só tenho que dar os parabéns à diretoria pelo ótimo negócio. Temos alternativas dentro do elenco. Reginaldo, Marquinhos, Willie ou, até mesmo, colocar o Montoya mais adiantado. Não temos NADA a lamentar. NADA!
E se o Dorival é MUITO CONTRA a saída do Éder, a torcida também é MUITO CONTRA a sua teimosia em escalar o Pedro Ken e o Cris. E aí? Tudo faz parte do futebol. Você, Dorival, tem que respeitar a decisão da diretoria – e não sair criticando todo mundo via imprensa – e nós temos que aturar as suas bobagens. Tá zero a zero!
O Vasco não poderia perder essa oportunidade ÚNICA que surgiu. Decisão super acertada.

Rápida análise do time

Diogo Silva – Sem culpa no gol. Pouco trabalhou. Parece que o Marcelo Grohe, do Grêmio, pode pintar por aqui. Ótima alternativa. Espero que se concretize.

Fagner – Mal defensivamente, razoável no apoio.

Cris – Chegou atrasado no gol corintiano e deu alguns sustos durante a partida.

Rafael Vaz – Partida discreta e segura.

Yotun – Muito mal. Deixou buracos pelo seu setor e nada contribuiu ao ataque. Deu uma furada bisonha no fim do jogo.

Abuda – Vem crescendo a cada partida.

Wendel – Jogou só o primeiro tempo. Passa por uma fase bem ruim. Aliás, quando foi que ele viveu uma fase boa no Vasco?  

Pedro Ken – O intocável. É o xodó do Dorival. Joga(???) em qualquer posição no meio de campo. NULO!!

Juninho – Essencial para esse time. Deu um passe primoroso pro gol do André. Craque.

Marlone – O melhor do time. Buscou o jogo a todo instante, não se intimidou com o adversário e por pouco não saiu como herói da partida. Teve uma chance de ouro no final, mas acabou chutando pra fora. Surpresa super positiva.

André – Seus números falam por si só. 10 jogos, 7 gols. Atacante matador. Deixou o dele mais uma vez. Não entendi sua substituição. Poderia ter ficado até o fim. Fará falta na Copa do Brasil.

Tenório – Briga muito, mas é extremamente limitado. Parece um maluco em campo. Será O atacante do time na Copa do Brasil. Tomara que dê conta do recado.

Willie – Ensaboado. Entrou na partida e partiu pra cima dos adversários. Mostrou personalidade e qualidade. Merece ser mais bem observado.

Amigos, uma ótima semana e saudações vascaínas

Mauro Segadas
Twitter: @VascoJuve





sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Coluna Cesar Augusto Mota-E o trabalho árduo continua



Olá, amigos vascaínos!

Foi um baque a atuação e o resultado do Vasco contra o Grêmio no sábado e a partida seguinte que teve resultado positivo na Copa do Brasil contra o Nacional não digo que foi uma compensação, pois foi outra atuação ruim, vemos que Dorival ainda tem muito o que fazer no Vasco. Mas discorramos isso tudo e outros assuntos.

Brasileirão e Copa do Brasil

Foi uma linda festa no sábado, foram 15 mil vascaínos que prestigiaram a equipe no horário ingrato de 21 horas e num sábado à noite. As campanhas que incentivavam lotar São Januário por parte dos dirigentes e das redes sociais surtiram efeito, clube e torcedores homenageados com camisas comemorativas que foram entregues por jogadores e músicas celebrando os 115 anos do clube de mais bela história do futebol e de incentivo aos atletas, parecia que aquela noite de 17 de agosto seria perfeita, faltava uma boa atuação e também os 3 pontos.
O esquema do Grêmio com 3 zagueiros e 3 volantes como visitante fez com que o Vasco não fosse capaz de encontrar espaços e tocar rapidamente a bola rumo ao ataque, além de ficar refém das jogadas de bola parada com Juninho. Como o time estava nervoso após sofrer o primeiro gol logo no início e com falha incrível de Cris, aquilo mexeu com o time e demorou a se encontrar na partida. Renato Gaúcho foi inteligente em armar um esquema defensivo como esse, além de explorar a rapidez no contra-ataque e de contar com o oportunismo de Barcos, que, se estiver de frente para o gol e não marcado, é mortal. Barcos é pirata, mas não é perna de pau.
Foi uma pena o Vasco ter jogado tão mal e não ter retribuído o que a torcida fez no sábado, foi uma linda festa e a derrota foi um balde de água fria no torcedor, pois acreditava que mais uma vitória viria e o time encostaria nos primeiros colocados, o ambiente estava bom e existia mais confiança entre treinador e comandados.
Culpar Cris e o goleiro Diogo Silva seria um exagero e discordo de Juninho que diz que o Vasco não sabe jogar em São Januário e não se sente à vontade. No primeiro caso, o zagueiro estava estreando, visivelmente fora de ritmo de jogo e o goleiro perde ou ganha jogo junto dos outros jogadores. E, no segundo, caso, o problema não é o campo, mas a forma como o time se posiciona, joga e lida com pressão da torcida. Não é o fator campo, mas saber jogar, e o Vasco não está sabendo jogar em São Januário, treinador e atletas tem de sentar e ver logo esse problema, São Januário tem de ser trunfo e não incômodo para o time.
Indo para a Copa do Brasil, o adversário não era para se sentir assustado, apesar de ter passado por equipes da elite, como Coritiba e Ponte Preta, mas um gigante como o Vasco não poderia jamais se apavorar com o Nacional. Respeitá-lo sim, mas ter medo, não. Embora fosse um adversário da Série D, havia a esperança que viesse uma atuação melhor e uma vitória para levantar o ânimo após a derrota em casa no sábado.
Colocar Montoya no banco era compreensível, pois estava sem ritmo de jogo e tem que ser mesmo lançado aos poucos, mas a escalação contra o Nacional foi controversa, pois num campo reduzido, foram 3 volantes e apenas um meia e que não cria quase nada, caso de Pedro Ken.
Um time recuado chamaria o adversário para seu próprio campo, e foi o que aconteceu, o Vasco levou sufoco e por sorte e num dia inspirado de Diogo Silva, o Vasco não sofreu gols. Juninho faz realmente falta ao Vasco, mas poupá-lo desse jogo foi correto, não haveria tempo para ele se recuperar e encarar o Corinthians no domingo, outro adversário difícil.
Dorival está fazendo o que pode, mas as peças que tem em mão não ajudam, só com sequência de trabalho o time pode melhorar, mas algumas escolhas preocupam e muito, como a manutenção de Pedro Ken e agora a presença de Cris. A presença do primeiro é para não queimá-lo e lançar Montoya aos poucos, no caso do segundo, já é um grande risco. Ficar sem jogar por 3 meses faz muita diferença, Cris está sem ritmo de jogo, e na visão da torcida, o ideal seria entrar aos poucos, mas não é assim que vê Dorival Júnior.  É torcer para que Cris logo se acerte e de fato possa ajudar o Vasco, experiência agrega, mas no momento, é temerária sua presença em campo.

Diogo Silva

Juntamente de Cris, Diogo Silva foi um dos crucificados pela torcida na derrota para o Grêmio. Verdade que ficou adiantado em um dos gols e falhou em outro, mas Diogo  tem demonstrado muita insegurança, erros em saídas de bola e isso tem preocupado a zaga e os volantes. O tempo que ficou sem jogar pode ter contribuído pra isso, mas uma sequência está sendo dada e se não suportar a pressão, não terá espaço no Vasco. O presidente Roberto Dinamite chegou a dizer em entrevista que o Vasco procura um goleiro, mas a probabilidade de um profissional para o setor chegar é mínima, pois a janela de transferências internacionais se fechou a 1 mês e não há muitas opções nas séries A e B.
As declarações de Carlos Germano, que defendeu Diogo, não soaram estranho, pois o treinador de goleiros tem mesmo que vir a público e defender o atleta que trabalha com ele, e reforçou pedido de incentivos ao torcedor para o goleiro. A torcida está impaciente, não se sabe até onde vai a paciência dos vascaínos, e o que tudo indica, é que Diogo deve ficar até o fim do ano, isso se não se firmar de vez e mostrar ao Vasco que não é necessário um goleiro.

Certidões

Na solenidade realizada na Sede Náutica, Roberto Dinamite anunciou que foi fechado um acordo com a Fazenda Nacional e aguarda documentação que comprova para ir atrás das certidões negativas e assinar com a Caixa. É uma novela chata, será que vai chegar ao fim na semana que vem mesmo? Ver para crer, e esse desfecho se faz necessária e urgente.

Encerramento

Agradeço a todos pela paciência, e esperamos que Dorival consiga motivar o grupo, foi um duro golpe a derrota para o Grêmio e preocupante a atuação contra o Nacional, mas foi mais duro para o torcedor e maior preocupação para quem se amontoou naquele estádio acanhado do Sesi na capital amazonense e quem viu pela televisão. Ainda falta muita coisa, há muito o que ser feito, mas Dorival sabe trabalhar com jovens e experientes, que o Vasco reaja logo, o Campeonato Brasileiro não para e não possibilita demora, vide o São Paulo, que não se acerta e não se sabe se encontrará o rumo. Força, Vasco!

Cesar Augusto Mota
Twitter: @rasecmotta11
E-mail: rasecmotta@uol.com.br




quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Coluna do Flavio Henrique - Aniversário e Reflexões

        Olá vascaínos e vascaínas! É uma grande satisfação fazer parte desta equipe do Gang do Bacalhau e poder falar do nosso amado clube! Primeiramente gostaria de agradecer ao José Carlos Prata, que tive o prazer de conhecer nas sociais de São Januário e semanalmente nos encontramos no programa Só da Vasco, onde participo de uma equipe fantástica nas segundas, terças e sexta, em um espaço que a muito tempo traz informação com qualidade para os ouvintes vascaínos. Agradeço ainda pelo convite para escrever aqui, e ter a estréia justamente no dia do aniversário de 115 anos do clube que possui uma história tão fascinante, com relevante importância no cenário esportivo nacional e mundial e que com certeza já trouxe momentos maravilhosos na vida de cada vascaíno! Pois bem, como todas as colunas daqui pra frente terão como foco nosso amado clube, falarei antes brevemente sobre a minha paixão pelo futebol e também claro, pelo amor ao Vasco. Sou mais um de muitos vascaínos que vivem fora do Rio de Janeiro: mineiro, de Belo Horizonte  e que hoje vive em São Paulo, sendo que  e adotou este clube desde a infância por influencia do pai, nascido na Regiao Serrana do Rio. O futebol e o Vasco fazem parte da minha vida. Vivi toda infância e adolescência no futsal. Nas categorias mirim, infantil e juvenil.Seja nos torneio de clubes sociais,torneios intercolegiais ou também  nos anos em que disputei metropolitano em  Belo Horizonte, onde tive a oportunidade de aprender com muitos jogadores e treinadores que me fizeram evoluir muito na visão sobre o futebol. Entre eles o Enderson Moreira que hoje dirige o Goiás, que me dirigiu no primeiro ano de juvenil no torneio intercolegial.
 Voltando à coluna, ela será quinzenal pois como o futebol atual é muito dinâmico dentro e fora de campo, penso que 15 dias é tempo suficiente para analisar a evolução do time de futebol ao longo do campeonato e também para avaliar outros aspectos relevantes do clube. Como é uma coluna especial por ser o dia de aniversario do clube, ela hoje será mais voltada para uma reflexão geral sobre os rumos que o clube deve ter em busca de um futuro mais tranqüilo do que se apresenta hoje, deixando para entrar nos vários temas que compõem o nosso clube nas próximas.E infelizmente neste momento de problemas de fluxo de caixa, dividas gigantescas e necessidade contínua de buscar um clube cada vez mais eficiente, este aniversário ao mesmo tempo que é comemorado, serve como um momento de alerta sobre o que o nosso clube vive hoje!
O Vasco me fez viver várias emoções e com o passar dos anos a paixão apesar de ser sempre imortal, vai dando mais lugar à razão e com ela o anseio por um clube cada vez melhor administrado. Isso infelizmente ocorreu da pior maneira possível. Com a enorme sede de sempre buscar informações sobre o Vasco, a partir de 2005 comecei a entender as grandes ações do ex-presidente que culminaram com o caos financeiro por toda uma década e que ainda hoje continua “travando” o clube e nos tirando ano a ano a oportunidade de ter o papel de protagonista e até mesmo quando tivemos (2011) não foi dado continuidade.Este é um dos motivos que faz com que muitos vascaínos, tentem à sua maneira contribuir com idéias que possam trazer de volta o Vasco ao lugar de onde jamais deveria ter saído fato que pode ser comprovado diariamente nas redes sociais, onde discussões interessantes e esclarecedoras podem ser vistas com algumas exceções, a todo o momento em busca de sugestões para a melhoria da gestão do clube de forma bem democrática. É uma luta diária para melhorar as práticas de gestão dentro de um clube que por anos contou com um amadorismo que nos deixou em condições pré - falimentar e que hoje tenta através da contratação de profissionais renomados e com credibilidade na área esportiva a muito custo, a uma gestão minimamente aceitável para um clube de ponta no país. Falo com toda sinceridade, que é a ultima oportunidade do nosso clube ter alguma chance de se recuperar do ponto de vista econômico-financeiro e com isso aumentar a chance de ter êxito na busca de títulos e voltar a ter uma marca cada vez mais forte no mercado. E que fique claro que isso tem que permanecer nas próximas gestões sob pena de perdermos o que talvez possa ser essa ultima chance de nos reerguermos.
Até então os exemplos de clubes que buscavam gestão profissionais vinham de outros Estados, e talvez por isso a gestão amadora era de certa forma aceita por presidentes de clubes cariocas.Hoje o processo de profissionalização, mesmo que engatinhando começa a ser implementado na nova administração de nosso maior rival, entendendo ela que mesmo com problemas em curto prazo, obviamente por priorizar o pagamento de dividas, pode a médio e longo prazo colocar o clube no patamar que os torcedores deles desejam. É uma escolha que a diretoria vascaína fez em 2009 sob o comando do próprio Cristiano Koehler e de Rodrigo Caetano e que com a saída dos mesmos, o clube se viu à deriva, culminando com um tremendo despreparado quanto às decisões tomadas, fato evidenciado no  segundo semestre de 2012 e o primeiro de 2013. Reconheço que é complicado falar isso para o torcedor, que tem o clube de futebol como o momento de se distrair do seu dia a dia turbulento e que quer (e com razão) saber é de ter o melhor time sempre, independente se seu clube com essa atitude deixará dívidas para o futuro. Cabe então aos profissionais serem criativos dentro do orçamento e criar condições para o time ser competitivo sem abrir mão do controle administrativo, econômico e financeiro.
        Fica então a reflexão a todos: lutar pelo saneamento de um clube a beira do caos financeiro, formando times competitivos dentro das possibilidades até que as condições melhorem ou deixar de arcar novamente com os compromissos inerentes a qualquer clube de futebol focando nas conquistas em curto prazo e ter a possibilidade de não mais conseguir se reerguer! A caminhada é longa. Sejamos firmes!

Flavio Henrique

twitter.com/fhcm1


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Coluna do Mauro Segadas - Deu TUDO errado!

Amigos, bom dia.

Atuação lamentável do Vasco no jogo de sábado diante do Grêmio. Quando todos esperavam um belo resultado após dois bons jogos fora de casa, eis que surge aquele temido e indesejável tropeço. Não sei se devo, mas prefiro considerar esse jogo como um “acidente de percurso”. Derrota doída, mas creio que não merecemos algo melhor em momento algum da partida. Foi a chamada derrota com D maiúsculo.
Infelizmente a equipe entrou em campo desfalcada de uma peça que vem se tornando a cada dia que passa mais importante dentro do elenco: Jomar. E não estou fazendo uma piada. É a pura realidade. O garoto acabou passando mal no vestiário e foi vetado, sendo substituído pelo Cris.
No meio de campo, Dorival preferiu manter Pedro Ken entre os titulares e deixou Montoya no banco. Não achei sua escolha equivocada. Ele foi coerente, justo. Mesmo considerando o Ken uma peça NULA, é inegável seu esforço, sua dedicação nas partidas recentes. Fez gols importantes e ganhou pontos com o treinador. Natural, não?
É óbvio que todos nós queremos ver aquele jogador que pega a bola e parte pra cima, cria situações de gol, organiza o time. Estas não são características do japonês da Colina, mas não dá para condenar a escolha do Dorival.
O tempo colocará as coisas nos seus devidos lugares. Aliás, já começou a colocar.
Bom, o time foi a campo com estas mudanças e acabou não se encontrando deste o início. Cris falhou logo na sua segunda ou terceira participação no jogo e permitiu que o Grêmio abrisse o marcador.
Ainda conseguimos um empate num gol contra do lateral Alex Telles após cobrança de falta do Juninho, mas tava na cara que o dia não era do Vasco. Faltava de tudo um pouco. Os jogadores corriam muito debaixo daquele temporal , mas corriam desordenadamente. Nada se criava, pouco se pensava, muito se errava.
Tomamos um segundo gol num belo chute de fora da área do meia gremista Ramiro, mas que contou com uma pequena colaboração do “goleirão” vascaíno – agora usarei aspas, para não ter confusão ou dúvida – que estava ligeiramente adiantado e pulou uma gilete do chão. Cada bola que vai ao nosso gol é um “Deus nos acuda”!! O Diogo não passa a menor segurança.
Primeiro tempo terminou ruim, já o segundo começou pior ainda. Logo no princípio tomamos mais um gol num chute do atacante Barcos. Por sinal, um chute defensável. Outro lance que vai pra conta do Diogo e todos aqueles que acharam que contratar um goleiro mais experiente, de nível comprovado, era algo desnecessário. O resultado está aí. René, Ricardo, Germano… Esse recadinho vai para vocês, ok?
TRÊS GOLEIROS testados e NENHUM presta. NENHUM. Quem será a próxima vítima?
O que mais me irrita no Diogo é o fato dele não assumir suas falhas. Vive dizendo que tudo faz parte do jogo. Ok, amigo. Óbvio que falhar faz parte do jogo, mas, pelo curto período como titular, não acha que tens falhado demais?
Ainda dá tempo de trazer um cara para assumir a camisa 1 deste time.
Toda equipe espera poder contar com alguns “milagres” do seu goleiro especialmente nos dias em que as coisas não vão bem. Vide o Fluminense do ano passado. Quantos jogos em que o time jogou mal demais, porém, tinha uma muralha lá atrás para salvá-lo?
O Vasco, hoje, não tem essa “muralha”. O Jordi vai ser a bola da vez?
Só pra finalizar o que ocorreu diante do Grêmio, tomamos aquele terceiro gol e o desespero bateu de vez. Se já errávamos a maioria das jogadas, passamos a errar TODAS!
Montoya entrou na vaga do Ken, tentou alguma coisa, ciscou pra lá e pra cá, mas pouco produziu. Tenório provou mais uma vez que não tem a menor condição de fazer parte deste elenco vascaíno. Uma coisa HORROROSA!!
Me faltam palavras para definir a atuação do Negão de Vidro. Foi tão bisonho, mas tão bisonho…
E ainda tem gente que defende este cidadão.
Como bem disse um amigo no twitter: a única linha que o Tenório conhece é a Linha do Equador. Ele ainda não foi apresentado à linha de impedimento. Vive na banheira.
André ainda descontou no fim da partida, mas já era tarde demais. Derrota justa deste time que já estava criando uma certa expectativa no torcedor. Já falávamos em saltos na tabela, mas a realidade, mais uma vez, bateu a nossa porta e nos mostrou que o caminho será árduo e longo. Falta muito para pensarmos em luta pelo G4.
Acho qualquer comentário sobre rebaixamento algo sem cabimento, com toda a sinceridade. Não vamos lutar na zona da degola, mas teremos que “camelar” muito se quisermos sonhar com uma vaguinha na Libertadores.
Nosso próximo desafio será na terça feira, pela Copa do Brasil, contra o Nacional-AM. Por sorte, pegaremos um adversário fraco nas oitavas de final e será possível entrosar um pouco mais o time para as fases pesadas da competição.
Não passa pela minha cabeça ser eliminado agora. Prefiro nem aventar essa possibilidade.
Pelo Brasileirão, o próximo compromisso será bem “sossegado”. Enfrentaremos o Corinthians. Fácil, não? Mas, como bom vascaíno que sou, acredito e sempre acreditarei na vitória. Jogo duríssimo contra o principal candidato ao título do Brasileirão, na minha modesta opinião.
Hora de tirar lições desta derrota de sábado e recuperar a confiança dos jogadores. Não podemos e nem vamos esmorecer.
Tem muita coisa pela frente!!
Só pra finalizar, partida desastrosa do Cris. Errou em dois gols, chegou atrasado nas maioria das jogadas, demonstrou insegurança. Só agradou ao torcedor gremista. Este, sim, vibrou ao rever seu ex jogador.
Faz isso não, meu garoto.

Um grande abraço, tenham uma ótima semana e Saudações Vascaínas

Mauro Segadas
Twitter: @VascoJuve

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Coluna Cesar Augusto Mota-Em franca evolução



Olá, amigos vascaínos!

Estou de volta de viagem  a Cidade Maravilhosa, onde pude ver o empate do Vasco com a Ponte Preta na Colina Histórica nos últimos instantes. Antes tido como candidato ao rebaixamento, o Vasco vai se ajeitando aos poucos  e pode alcançar melhores posições no Campeonato Brasileiro. Comentemos a evolução da equipe nessas últimas partidas.

Evolução


Com Paulo Autuori, a defesa era frágil, apresentava falhas na marcação e era bastante vazada. O meio campo tinha pouco combate, a bola chegava com dificuldade para os atacantes e em alguns jogos sequer jogava, o ataque não se cansava de perder gols e quase não havia jogadas pela linha de fundo. Após a chegada de Dorival Júnior e reforços como Juninho e Fagner, além do aproveitamento de Jomar na zaga, passamos a jogar com mais consistência, a bola chegando mais redonda ao ataque e mais jogadas pelos lados do campo, o que não existia principalmente do lado direito, com Nei.
Jomar tem sido uma grata surpresa na defesa, junto de Rafael Vaz. Com ambos, o Vasco tem sofrido menos gols e há mais segurança no setor, o que não havia quando Renato Silva era titular, e não titubeamos em falar que desde que saiu a defesa melhorou.
Após a chegada de Fagner, a tendência é que Eder Luis melhore e possa lembrar aquele jogador de 2011 que deu muitas alegrias aos vascaínos. Nos jogos da Ponte e do Coritiba já apresentou melhora, e se Eder continuar com a confiança que vem tendo do treinador e dos companheiros, pode ser ainda mais efetivo nas próximas rodadas. E falando em Fagner, sua contratação no último dia da janela de transferências internacionais surpreendeu a todos, ninguém esperava. A demora para entrar no time foi normal, estava se readaptando ao futebol brasileiro, e sua atuação no domingo foi para animar ainda mais a torcida.
Fagner entrou e Nei foi para o banco, Dorival chegou a pedir apoio ao ex-titular, mas não creio que a torcida fará isso com facilidade, sei que devemos apoiar os atletas que vestem nossa camisa, mas Nei é um dos que mais consegue irritar o torcedor, tendo feito até gol contra. Vamos aguardar, e pode ser que Nei tenha desempenho melhor quando surgir outra oportunidade.
Falei antes no Jomar, e não poderia deixar de mencionar e elogiar Rafael Vaz, que chegou desconhecido no Vasco, sem fazer muito barulho e vem agradando, não só na defesa, como em cobranças de falta, se tínhamos Juninho, podemos também contar com Rafael Vaz nas bolas paradas. O zagueiro é bastante trabalhado pela comissão técnica e inclusive foi exaltado por Jorge Luiz, zagueiro dos tempos áureos do Vasco na década de 90, que gosta de sua entrega nos treinos e jogos e que torce pela continuidade nessa trajetória boa até aqui. É torcer mesmo para Rafael Vaz continuar bem, e parece que ele assumiu de vez a condição de titular no Vasco.

Última partida

Antes de enfrentar o Santos na Vila Belmiro, o Vasco havia perdido apenas um jogo nos últimos 6, para o Botafogo, clássico que foi bastante disputado no início do mês no qual o time perdeu Guiñazu por 6 meses após grave lesão. Isso mostra que realmente o Vasco vem numa crescente, e uma vitória representaria uma aproximação maior dos primeiros colocados.
A grande atração do jogo sem dúvida era a estreia de Montoya, que finalmente chegou após longa novela acerca de sua inscrição ser liberada pela FIFA e seu registro aparecer no BID da CBF.
Apesar de ter feito a última partida há mais de 2 meses pelo All Boys(ARG) e ter ficado apenas treinando no Vasco, Montoya participou bastante do jogo e quase marcou em duas oportunidades. Assim como Dorival Júnior falou, eu também aprovo a estreia de Montoya, e espero que ele possa atuar diante do Grêmio no próximo sábado.
Na partida em si,  o Vasco demorou a se encontrar, tendo primeiro se preocupado em segurar o Santos, depois conseguiu criar chances e, consequentemente, obrigando o bom goleiro Aranha a fazer defesas difíceis. Numa bobeada da defesa, o zagueiro Edu Dracena fez o gol, mas o esforço e aplicação do Vasco foram premiados com o gol de empate de Rafael Vaz. Pelo que foi feito em campo, seria injusto o Vasco sair derrotado, o empate foi considerado ruim para ambos os lados, mas em minha opinião, não foi um mau resultado.

Encerramento

Apesar do horário ingrato, tomara que a torcida compareça e empurre a equipe contra o Grêmio. Não será um jogo fácil, se trata de uma das equipes que briga por vaga na Libertadores e que tem jogadores que podem desequilibrar, felizmente Elano não atuará, mas o Vasco tem de estar ligado em Kléber, Barcos e principalmente Zé Roberto, que dá consistência no meio de campo do Grêmio. Todo o cuidado é pouco, mas confio na vitória, pra cima deles, Vasco!
Estava com saudades, agora de volta a esse espaço, obrigado a todos, até semana que vem!

Cesar Augusto Mota
Twitter: @rasecmotta11
E-mail: rasecmotta@uol.com.br

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Surpresa boa demais!

Amigos, bom dia.

Que bela vitória diante do Coxa, hein? Não tenho receio algum em dizer que fiquei surpreso com o resultado. Esperava um certo abatimento do time após o ceder o empate no fim do jogo contra a Ponte, mas aconteceu exatamente o contrário.
Equipe bem distribuída em campo. O setor defensivo, por incrível que possa parecer, jogou com firmeza e sem dar brechas pro time paranaense. Deu gosto de assistir. E não vencemos qualquer equipe. O Coxa vinha de vitória expressiva contra o Grêmio fora de casa e lutava pela ponta da tabela. Vencê-los em pleno Couto Pereira não é tarefa das mais fáceis.

Pra começo de conversa, perfeita a escalação do Dorival. Tive medo dele resolver improvisar o Nei na lateral esquerda, mas, graças ao bom Deus, Henrique atuou por ali e acabou sendo um dos destaques da equipe. Achei correta a manutenção do Jomar na zaga e a idéia de colocar o Juninho em campo, mesmo sendo sua terceira partida consecutiva. Sua presença é sempre muito importante pro time. Como já era de se esperar, ele tomou o terceiro cartão amarelo e não enfrentará o Santos na próxima quarta. Pelo menos terá uma semana para descansar e voltar zerado para a dura partida de sábado contra o Grêmio.

Voltando ao jogo, ter marcado o gol logo no início deu uma certa tranqüilidade ao Vasco e mexeu demais com o Coritiba. Fizemos, a partir daquele momento, um ótimo primeiro tempo. Tivemos posse de bola, fechamos nosso meio, diminuímos os espaços e saímos nos contra-ataques. Se não me engano, o Diogo só foi exigido em um lance. Aliás, esse lance foi um chute à queima roupa do Alex e que foi defendido no puro reflexo pelo nosso goleirão. Afora isso, não me lembro de outro momento de perigo.

Na segunda etapa, como era de se esperar, o Coxa veio com tudo pra cima, mas dava espaços pro Vasco continuar a se utilizar dos contra-ataques. Tivemos, pelo menos, duas chances claras de gol. Fágner chutou uma bola no travessão e o Marlone, que havia entrado na vaga do Juninho, ficou cara a cara com o Wanderley e chutou em cima dele.

Gostei, acima de qualquer coisa, da postura da equipe. Jogou com sobriedade, inteligência e muita disposição.
Típica vitória para dar moral.

Agora é torcer para que façamos um bom jogo na quarta feira e possamos voltar de São Paulo com mais um bom resultado. Será que a Ferj deixará o Montoya estrear? Que papagaiada, né?
E seria fundamental tê-lo nesta partida, afinal, Juninho e Ken ficarão de fora.

Não sei o que o Dorival vai decidir, mas eu iria com: Diogo, Fagner, Jomar, Vaz e Henrique; Abuda, Wendel, Soutto e Montoya; Éder e André.

Só pra fechar: alguém sentiu falta do Nei aí?

Atuações:

Diogo – Fez defesa sensacional num chute à queima roupa do Alex. Espero que vá crescendo a cada jogo. Ainda dá alguns sustos, mas já demonstra mais segurança. Peca muito nas bolas aéreas, mas vai bem debaixo das traves.

Fagner – Ainda está fora de forma, mas mesmo sem ritmo de jogo e de muletas, joga mais do que a “Avenida” Nei. Tem erros defensivos, o que não é novidade pro torcedor vascaíno, mas ajuda demais o ataque. Acho um grande jogador.

Jomar – Partida PRIMOROSA. Não brinca em serviço. Atuação convincente. Acho que ganhou a vaga do Renato definitivamente. Já havia feito bela partida diante da Ponte Preta. Terá o Cris como sombra de agora em diante.

Rafael Vaz – Seguro. Fez o feijão com arroz e evitou dar aqueles dribles perigosos perto da nossa área. Tem técnica diferenciada, mas precisa aprender a dar bico também. Vem crescendo e tem tudo para conquistar o coração do torcedor.

Henrique – Me surpreendeu positivamente. Não havia me chamado a atenção anteriormente, mas, ontem, atuou como um veterano. Defendeu muito bem e ainda apoiou com qualidade. Torço muito por esse moleque.

Abuda – Um MONSTRO em campo. Correu o tempo inteiro, deu carrinho, cobriu as subidas do Fagner, teve bom aproveitamento nos passes. Se mantiver esse nível de atuação, vai colocar uma pulga atrás da orelha do Dorival. Sandro Silva que abra o olho.

Wendel -  Fez bem o seu papel. Marcou com eficiência e ajudou na saída de bola do time.

Juninho – Sua simples presença em campo já é um diferencial. Chama a responsabilidade, não tem medo de errar e passa tranqüilidade aos demais jogadores. Não fez grande partida, mas jogou o suficiente para ser fundamental na vitória, como sempre. Esquece essa aposentadoria, Reizinho!! Tu joga DEMAIS!!

Pedro Ken – Tem demonstrado mais vibração em campo. Deixou de ser aquela mosca morta. Acho que a vinda do Dorival deu mais motivação pro garoto. Tá longe de ser um titular incontestável deste time. Pode ser bom pra compor elenco, entrar no segundo tempo. Tem ajudado mais e o gol de ontem é uma prova viva disso.

Éder – Fez grande segundo tempo contra a Ponte. Chegou-se a ouvir um grito de “Ohhhhh, o Éder Luis voltou!” nas arquibancadas de São Januário, mas voltou a fazer um jogo instável contra o Coxa. Matou muitos contra-ataques, mas parece estar dando sinais de que pode ajudar mais o time. Tomara que sim.

Tenório – Esse rapaz tem mais azar do que o Rubinho Pé de Chinelo. Não é possível, cara. Novamente se machucou e saiu de campo ainda no primeiro tempo. Quando a gente acha que “Agora vai!!!”, a coisa não vai. Acho que já passou da hora dele procurar uma benzedeira, pai de santo, um terreiro de macumba, sei lá. O Negão é de Vidro, não tem jeito!!

Marlone – Até que entrou bem na partida, mas ter perdido aquele gol cara a cara com o Wanderley foi F... Xinguei esse indivíduo até dizer chega!! Não pode perder um gol desses, meu filho. Era pra matar o jogo e se consagrar, como diria o Milton Leite.

Edmilson – Ainda estou tentando entender o motivo de se dar tanta oportunidade pra esse cara. Jogador limitadíssimo. Sabe aquelas figuras que não jogam nem na sua pelada? Pois é... O pior é que não se tem outras opções. Romário foi embora. Leonardo já se aposentou, mas ninguém o avisou. Acaba sempre sobrando pro bravo Edmilson. Tá doido!

Dakson – Entrou no finalzinho da partida. Nem merece ser avaliado.



P.S: O Autuori já bateu TODOS os recordes negativos no São Paulo? O cara não ganha uma!! Piada. A maldição da Colina é pesada, amigão!! Abre o teu olho. Série B é logo ali, falastrão!!E tome de “Força Mental”! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Abraços e Saudações Vascaínas

Mauro Segadas
Twitter: @VascoJuve